
Nos últimos dias, a gripe suína (Influenza A – H1N1) vem sendo manchete dos veículos de comunicação brasileiros. São 56 mortes no país, sendo 27 em São Paulo, 5 das quais na RMC (Região Metropolitana de Campinas).
De acordo com Dr. Arnaldo Gouveia Júnior infectologista, cooperado da Unicred e membro do Comitê Permanente de Pandemia do Vírus H1N1 de Americana, embora a mídia tenha ampliado a divulgação sobre a transmissão do vírus, a população deve ter cautela, mas não há motivo para pânico. “Na verdade, o alerta sobre a situação da nova gripe está sendo feito com teor excessivo. Nos EUA, morrem 36 mil pessoas por ano com o vírus da gripe comum”, afirmou o médico.
Ele também orientou sobre os sintomas iniciais da doença. “O período de transmissibilidade dura em média 7 dias. Nesse período as pessoas devem aguardar em casa”, alertou. A grande preocupação do Dr. Arnaldo são as crianças que dependem de creches e ficam mais expostas. Mesmo doentes, elas são deixadas nesses locais por falta de alternativa dos pais que trabalham. “O ideal seria ficar em casa para evitar qualquer tipo de transmissão”, comentou.
Já para as gestantes, pessoas com doenças crônicas e idosos o ideal é que procurem atendimento médico imediatamente. Segundo o Dr. Arnaldo, a expectativa é que esse alvoroço continue até o mês de setembro, quando se inicia a primavera e a temperatura volta a subir. “Há indícios de que a Influenza A volte no próximo ano. Mas acredito que até lá, a vacina já esteja sendo comercializada”, declarou Dr. Arnaldo.
Recomendações:
Evitar ir a locais aglomerados e fechados.
Ao tossir e espirrar cubra o nariz com um lenço de papel.
Lave sempre as mãos, após tossir e espirrar ou use álcool gel.
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